quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Atlas Saneamento 2011: saneamento básico melhora em todas as regiões do país, mas diferenças ainda existem

O Atlas de Saneamento 2011, que o IBGE lança hoje, 19 de outubro de 2011, revela que, apesar de persistirem diferenças regionais marcantes na abrangência municipal dos serviços de esgotamento sanitário, de abastecimento de água, de manejo de águas pluviais e de resíduos sólidos, entre 2000 e 2008 houve um avanço no número de municípios cobertos pelo saneamento básico em todas as regiões do Brasil.
O Atlas faz uma leitura territorial dos dados da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico 2008, estabelecendo uma visão articulada das diferenças regionais existentes naquele ano no que se refere à distribuição, abrangência e qualidade dos serviços de saneamento presentes nos municípios brasileiros.
Na comparação entre 2000 e 2008, percebe-se que houve um aumento no número de municípios que realizavam coleta seletiva de lixo. O percentual de municípios brasileiros que ofereciam este serviço registrou um aumento, passando de 8,2%, em 2000, para 17,9%, em 2008, valor ainda considerado baixo. Entre as cidades que realizavam coleta seletiva, apenas 38% o faziam em todo o município. Observou-se, ainda, grandes disparidades regionais, pois este serviço estava concentrado nas regiões Sudeste e Sul do Brasil, que alcançavam um percentual acima dos 40%, enquanto nas demais regiões não chegavam a 10%.
A publicação mostra, ainda, que as melhorias no serviço de esgotamento sanitário ocorreram principalmente em áreas onde houve aumento da população entre os Censos Demográficos de 2000 e de 2010.
O Atlas de Saneamento 2011 está disponível para consulta no link
Diferenças regionais permanecem, mas Brasil avança nos serviços de saneamento
Apesar de persistirem marcadas diferenças regionais na abrangência municipal dos serviços de distribuição de água, de coleta de esgoto, de manejo de resíduos sólidos e de águas pluviais, o Atlas de Saneamento 2011 revela que, entre 2000 e 2008, ocorreu um avanço no número de municípios cobertos pelo saneamento básico em todas as regiões do Brasil. Nesse período o País caminhou para atingir uma cobertura próxima à universalização dos serviços de manejo de resíduos sólidos e de águas pluviais, seguido do serviço de abastecimento de água que atingiram uma cobertura superior a 94% dos municípios brasileiros.
A comparação entre o número de municípios com rede coletora de esgoto mostra que, apesar dos avanços constatados entre 2000 e 2008, é nesse tipo de serviço que o Brasil tinha seu maior desafio, pois o esgotamento sanitário era o serviço que apresentava a menor abrangência municipal, atingindo um percentual de 55,2% para todo o país em 2008. Apesar da menor abrangência, em especial nos municípios com menos de 50 mil habitantes, houve aumento na proporção de domicílios com acesso à rede de esgoto, que passou de 33,5%, em 2000, para 45,7%, em 2008.
Percentual de municípios com coleta seletiva dobra entre 2000 e 2008
O percentual de municípios brasileiros que faziam coleta seletiva passou de 8,2%, em 2000, para 17,9%, em 2008. Apesar do avanço, o percentual ainda é baixo, sendo que, entre os municípios que ofereciam o serviço, apenas 38% o faziam em todo o município. Além disso, eram grandes as disparidades regionais, estando este serviço concentrado nas regiões Sudeste e Sul do Brasil, que alcançavam um percentual acima dos 40%, enquanto nas demais regiões este percentual não chegava a 10%.
Esgotamento sanitário melhora nos grandes centros urbanos
O Atlas de Saneamento 2011 registra que a rede de coleta de esgoto melhorou em áreas urbanas onde houve um incremento populacional entre 2000 e 2011. Isso se deu de forma mais significativa em torno dos grandes centros urbanos do país, em especial no litoral e nas áreas de influência imediata das capitais estaduais, além das cidades médias. Por outro lado, extensas áreas do território nacional tiveram baixos registros de melhorias e ampliações no sistema, apesar de apontarem crescimento absoluto de população.
Ao lado das grandes aglomerações urbanas, pode-se notar eixos de crescimento em direção ao interior. O mais expressivo deles está localizado no estado de São Paulo e abrange, além da capital, as cidades de Campinas, Ribeirão Preto e São José do Rio Preto. Nesta unidade da federação houve melhorias e ampliações expressivas na rede de esgotamento sanitário, sendo o grande destaque nacional das redes de saneamento.
As melhorias estão presentes, também, na região do Triângulo Mineiro, tendo como principais cidades Uberlândia (MG), Uberaba (MG). Goiânia (GO) e Brasília (DF) também se destacam no Brasil Central. O trecho matogrossense da BR-163 é outro eixo que se destaca no crescimento absoluto. Os principais centros urbanos da área são Cuiabá, Rondonópolis e Sinop, em Mato Grosso, e Campo Grande e Dourados, em Mato Grosso do Sul. Estas cidades concentram os maiores acréscimos populacionais e os resultados mais positivos de melhorias e ampliações. Na região Norte, pode-se destacar os eixos Manaus (AM)-Santarém (PA), que passa pela cidade de Parintins (PA), e o eixo Belém (PA)-Marabá (PA)-Imperatriz (MA), que tende a se estender até São Félix do Xingu (PA).
Observou-se também um vazio em termos de melhorias e mesmo de inexistência da rede de esgotamento sanitário nas regiões Norte e Nordeste, onde mesmo as áreas que exibem números positivos de crescimento absoluto são acompanhadas de fracos resultados em melhorias de esgotamento sanitário.
Comunicação Social
19 de outubro de 2011

20 / 10 / 2011Desperdício de água tratada pode chegar a 50% nas grandes cidades só com vazamentos da rede

Por causa de vazamentos, grande volume de água se perde no Brasil entre a captação e a torneira do consumidor, principalmente nas grandes cidades. De acordo com dados do Atlas do Saneamento 2011, divulgado nesta quarta-feira (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), seis em cada dez municípios com mais de 100 mil habitantes apresentam perdas entre 20% e 50% do volume de água captada. Nas cidades com população inferior, a perda fica em torno de 20%.
Segundo Daniela dos Santos Barreto, uma das pesquisadoras do projeto, esse é um problema grave que pode ser ainda maior. “Em tempos de escassez de água, essas perdas são um problema sério, causadas por vários fatores como insuficiência do sistema, redes antigas e sem manutenção adequada, além de furtos de água. Com tudo isso, o volume que se perde é até difícil de ser mensurado pelas operadoras e pode ser ainda maior.
O Atlas revela, ainda, que a água fornecida à população brasileira pela rede geral é obtida, sobretudo, pela captação em poços profundos – como ocorre em 64,1% dos municípios brasileiros – e pela captação superficial (56,7%). A água também pode ser obtida por meio de captação em poço raso ou via adutora de água bruta ou adutora de água tratada provenientes de outro distrito ou município.
Em 2008, em todas as regiões do país, a água disponibilizada à população por meio de rede geral recebeu algum tipo de tratamento. Na Região Norte, entretanto, o avanço alcançado no percentual de água tratada distribuída à população, que passou de 67,6%, em 2000, para 74,3%, em 2008, não foi suficiente para que a região se aproximasse dos índices nacionais porque a quantidade de água que não recebe nenhum tipo de tratamento, 25,6% de toda a água distribuída à população, ainda permanece bem acima dos 7,1% que representam a média nacional.
Nas demais regiões, mais de 90% da água distribuída recebe algum tipo de tratamento. A Região Sul, por sua vez, teve um incremento de 10% no volume de água distribuída à população, porém, não teve um acompanhamento no percentual de água tratada.
O estudo mostra que 78% dos municípios brasileiros investem em melhorias na rede de distribuição de água e a Região Sul é a que apresenta o maior percentual de municípios que se incluem nessa situação (86,4%), de investir em melhorias nesse serviço público. Outra parte do processo de abastecimento que vem recebendo grande investimento por parte da maioria dos municípios (67,8%) é o das ligações prediais.
Além disso, estão sendo feitas, em menor escala, melhorias na captação (49,5% dos municípios); no tratamento (43,7%); na reservação (36,1%) e na adução (19,9% dos municípios brasileiros). (Fonte: Flávia Villela/ Agência Brasil)

20 / 10 / 2011Expansão das redes de esgoto não acompanha crescimento da população

As políticas públicas de saneamento básico, sobretudo as voltadas à implantação e ampliação de redes coletoras de esgotos, não conseguiram, na última década, acompanhar o crescimento demográfico da população brasileira nas áreas urbanas. A falta de sistemas de esgotamento sanitário atinge quase metade (44,8%) dos municípios brasileiros. A Região Norte é a que apresenta a situação mais grave. Apenas 3,5% dos domicílios de 13% dos municípios da região têm acesso à rede coletora de esgoto.
A informação faz parte do Atlas do Saneamento 2011 do Instituto de Geografia e Estatística (IBGE) divulgado nesta quarta-feira (19), com base na Pesquisa Nacional de Saneamento Básico de 2008. A pesquisa aponta que, dos serviços de saneamento, o esgotamento sanitário é o que apresenta menor abrangência municipal. Em 2008, 68,8% do esgoto coletado no país recebeu tratamento. Essa quantidade, porém , foi processada por apenas 28,5% dos municípios brasileiros, confirmando acentuadas diferenças regionais. Enquanto 78,4% das cidades paulistas ofertam sistemas de coleta e tratamento de esgotos à população, no Maranhão esse percentual é só 1,4%.
São Paulo é o único estado em que quase todos os municípios aparecem providos de rede coletora de esgoto, com exceção de Itapura (no noroeste do estado). Acre, Amazonas, Alagoas, Minas Gerais e Rio Grande do Sul apresentam taxa inferior a 50% de municípios assistidos.
A maioria dos municípios sem sistema está em áreas rurais e tem população dispersa, menos de 80 habitantes por quilômetro quadrado. Nesses locais, os dejetos são jogados em fossas sépticas, valas a céu aberto, fossas rudimentares ou diretamente em rios, lagoas, riachos ou no mar. (Fonte: Flávia Villela/ Agência Brasil)

Seminário debate contribuições da sociedade e do governo para a Rio+20

O Conselho de Desenvolvimento Econômico Social (CDES), em parceria com a Secretaria-Geral da Presidência da República, promove nesta terça-feira (22/11) o Seminário "Propostas para a Conferência Rio + 20: temas para aprofundamento do diálogo social". No evento, serão discutidas as contribuições dos poderes da República e da sociedade civil brasileira para a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20). Além disso, serão definidos e debatidos temas relevantes a serem aprofundados pela Articulação do Acordo sobre Desenvolvimento Sustentável no período que antecede à Conferência (dezembro de 2011 a maio de 2012).

A abertura do evento contará com a participação dos ministros Moreira Franco (Secretaria de Assuntos Estratégicos), secretário executivo do CDES; e Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral); além de Luiz Pinguelli Rosa, secretário executivo do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas da Presidência da República; e do conselheiro do CDES Clemente Ganz Lúcio, coordenador do Acordo sobre o Desenvolvimento Sustentável.

No Painel 1, as perspectivas dos poderes da República serão apresentadas pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça, Herman Benjamin (Judiciário); pelo senador Cristovam Buarque, presidente da Subcomissão Permanente de Acompanhamento da Rio +20 e do Regime Internacional sobre Mudanças Climáticas do Senado Federal (Legislativo); e pelo embaixador do Ministério das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo (Executivo).

O Painel 2, que abordará a visão da sociedade civil, terá a participação de representantes das seguintes entidades, signatárias do Acordo sobre Desenvolvimento Sustentável Rio +20 e integrantes da Comissão Nacional que organiza a Rio +20: Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social; Confederação Nacional da Indústria (CNI); Comitê Facilitador da Sociedade Civil Brasileira para a Rio+20; Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (FBOMS); Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS); e Central Única dos Trabalhadores (CUT). A programação completa encontra-se disponível aqui.

Histórico - O Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social começou a debater o tema desenvolvimento sustentável em 2010, quando participou de uma reunião com o Ministério das Relações Exteriores, para tratar da participação brasileira na Conferência Rio+20. Após uma série de reuniões nacionais e de cooperação internacional com outros conselhos e instituições similares, o processo de debate sobre desenvolvimento sustentável articulado pelo Conselho com várias instituições da sociedade civil resultou em um documento intitulado Acordo sobre o Desenvolvimento Sustentável. Esse Acordo foi assinado pelo CDES e por outras 72 instituições da sociedade civil no intuito de estabelecer posicionamento comum que possa não só auxiliar o governo brasileiro para Conferência, mas cooperar com o estabelecimento de compromisso político com o desenvolvimento sustentável. Leia, aqui, o Acordo sobre o Desenvolvimento Sustentável

Fonte: Assessoria de Comunicação
Secretaria do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social - Sedes
Fone: (61) 3411-2199 - Fax: (61) 3411-2165
E-Mail: daniele.souza@planalto.gov.br

Serviço:

Seminário "Propostas para a Conferência Rio + 20: temas para aprofundamento do diálogo social"

Data: 22/11/2011
Local: Auditório do Anexo I do Palácio do Planalto - Brasília (DF)
Horário: 9h30 às 13 horas

Observação: o evento não é aberto para o público, mas será permitida a cobertura jornalística. Os jornalistas não precisam fazer inscrição no site do Conselho.

Informações: www.cdes.gov.br
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7º Diálogo une Américas em defesa dos recursos hídricos

De 13 a 19 de novembro especialistas e as principais autoridades do continente estarão reunidas em Medellín (Colômbia) no 7º Diálogo Interamericano de Gestão da Água (D7) para reafirmar o compromisso das gerações atual e futura em defesa das águas.

As três Américas e o Caribe compartilham 1/3 dos recursos hídricos do mundo e mais da metade (56%) da energia que movimenta suas economias tem geração hidrelétrica. Chile e Argentina, por exemplo, compartilham mais de 20 bacias hidrográficas em um total de 4.500 quilômetros de fronteiras. Somente na Patagônia são 12 bacias transfronteiriças. No continente americano, um dos pontos de controvérsia é o compartilhamento da bacia do Rio Bravo, entre Estados Unidos e México.

Mas esse imenso patrimônio natural é também frágil e por décadas foi descuidado e contaminado a tal ponto que hoje algumas das maiores cidades do continente, como São Paulo e Cidade do México, enfrentam dificuldades crescentes para garantir o abastecimento a suas populações – o mais importante dos usos dos mananciais.

O despertar para a importância da gestão dos recursos hídricos, especialmente nas grandes bacias hidrográficas compartilhadas por vários países, como é o caso da Amazônica, da bacia do Rio Uruguai, entre tantas outras, foi a partir do marco referencial da Rio-92 quando os temas ambientais ganharam relevância mundial.

De 1993, data do 1º Diálogo Interamericano, que aconteceu em Miami (EUA) e onde surgiu a Rede Interamericana de Recursos Hídricos (RIRH), essas reuniões têm se realizado, a cada três anos, em várias partes do continente e o tema da necessidade e importância da gestão dos recursos hídricos evoluiu a tal ponto que vários países já têm legislações específicas, planos nacionais e regionais e comitês de bacias em pleno funcionamento.

O trabalho em rede (networking), como o que é realizado pela RIRH, tem facilitado o intercâmbio de experiências e resultados de projetos, oferecendo um ambiente, mecanismos e ferramentas para disseminar lições aprendidas e boas práticas no gerenciamento de recursos hídricos, assim como encorajar a assimilação dessas lições para aprimorar políticas de gerenciamento de recursos hídricos nos países participantes.

No livro Governança Ambiental Global Charlotte Streck, ao falar sobre Redes Globais de Políticas Públicas como Coalizões para Mudanças diz que as redes são "parcerias que interligam diferentes setores e níveis de governança, agregando governos, organismos internacionais, corporações e a sociedade civil e oferecem um veículo capaz de incorporar diversas perspectivas, até mesmo de conhecimento local e participação das comunidades no processo de solução de problemas".

Segundo o secretário da Rede Interamericana de Recursos Hídricos, o engenheiro e consultor venezuelano Alberto Palombo, "promover o trabalho em rede (networking), não é o mesmo que simplesmente ter uma "rede" para trabalhar. Essa tarefa exige um esforço adicional para chegar às partes (stakeholders), não somente com publicações e websites, mas promovendo o intercâmbio de experiências por meio da participação, e não simplesmente através da representação". Neste contexto a RIRH tem buscado atuar como um fórum onde os interessados debatem como reaproveitar suas experiências de acordo com suas realidades locais, levando em consideração o uso sustentável e ótimo dos recursos de suas bacias, países, regiões, e finalmente, do hemisfério.

Uma das principais propostas a ser debatida no D7 é a constituição de um Observatório que terá como função básica oferecer avaliação estatística e um banco de informação sobre ações e projetos voltados à gestão das águas por parte das entidades públicas em todas suas esferas (local, regional, nacional), de organismos de cooperação técnica do Sistema Interamericano e das Nações Unidas, e pelo Fundo Interamericano para a Gestão das Águas, outra sugestão a ser examinada durante o encontro.

O Observatório se propõe a produzir indicadores sobre os avanços das políticas de gestão dos recursos hídricos do hemisfério. Por meio de Informes periódicos ajudará na coordenação entre os atores - nos países - e os organismos de cooperação técnica. Essa assessoria será útil para a elaboração de estratégias e planos nacionais de gestão das águas, de sistemas de informação, de programas de capacitação, além de identificar recursos humanos, capacidades institucionais e agendas de eventos. Outra contribuição do Observatório será medir estatisticamente o impacto da implementação das políticas públicas de gestão das águas sob as perspectivas social, ambiental e econômica.

A evolução da RIRH

Depois do primeiro Diálogo a Rede Interamericana de Recursos Hídricos, através da Organização dos Estados Americanos (OEA), solicitou aos governos das Américas para, oficialmente, nomearem representantes (pontos focais) para compartilhar seus pontos de vista e políticas nas reuniões e eventos promovidos pela RIRH. Ao mesmo tempo, foram iniciadas parcerias com agências internacionais, comunidades de profissionais, universidades, outras redes e representantes do setor privado.

Nestes 18 anos de atividades a RIRH realizou seis Diálogos: Miami, Buenos Aires, Cidade do Panamá, Foz do Iguaçu, Montego Bay-Jamaica e Cidade da Guatemala. Além disso, promoveu nove Cúpulas de Informação sobre Água, onde os temas principais são as tecnologias para promover o acesso e compartilhamento de informações sobre recursos hídricos. Mantém uma lista de discussão – Dialog-Agua-L - e um portal com nós regionais resultante da execução do Projeto GEF Deltamérica. Participou ativamente dos Fóruns Mundiais da Água em Haia, Quioto, México e Turquia. O sétimo Diálogo é organizado pela RIRH e o Governo da Colômbia, através do Ministério do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Ministério de Relações Exteriores e a Corporação Autônoma Regional do Centro de Antióquia (CORANTIOQUIA), que por sua vez é a entidade anfitriã, e conta com o apoio de OEA, UNESCO, PNUMA, Empresas Públicas de Medellín e diversas organizações nacionais e internacionais, públicas e privadas.

Mais informações sobre o D7 e a RIRH estão disponíveis em: d7.rirh.org e http://www.rirh.org.

domingo, 4 de setembro de 2011

MMA abre consulta pública para Rio + 20

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) abriu Consulta Pública para ouvir os interessados em apresentar sugestões às propostas que serão encaminhadas pelo Governo brasileiro à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, Rio+20. A iniciativa visa garantir um processo inclusivo e transparente na elaboração da submissão nacional que o País encaminhará ao Secretariado da ONU até o dia 1º de novembro próximo.

A Consulta Pública consiste em um questionário de 11 perguntas. Cada pergunta deverá ser respondida em caráter individual ou em nome de qualquer organização, em no máximo 20 linhas, em fonte Times New Roman tamanho 12. Os questionários respondidos deverão ser encaminhados, até o dia 25 de setembro de 2011, em formato .doc, ao endereço eletrônico rio2012@mma.gov.br.

Posteriormente, o MMA divulgará o documento apresentado pelo Governo brasileiro ao Secretariado da ONU, bem como a síntese das contribuições recebidas por meio da Consulta Pública.

O texto-base da Consulta Pública e o questionário estão disponíveis no endereço: http://hotsite.mma.gov.br/rio20/consulta-publica-4/.

A Rio+20 ocorre em junho de 2012, na cidade do Rio de Janeiro, e marca os vinte anos da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, conhecida como Rio 92.

Informações:

Assessoria Extraordinária do MMA para a Rio+20: (61) 2028-1189

Fonte: ASCOM/MMA

LEIA TAMBÉM:

29/8/2011 – Em SP, ministra debate desenvolvimento sustentável com foco na Rio+20

9/8/2011 – Educação ambiental debate propostas para Rio+20

8/8/2011 – Rio+20 é oportunidade ímpar para o Brasil, diz ministra

8/7/2011 – Ano-novo em Copacabana terá Rio+20 como tema

1º/7/2011 – Governo inicia trabalhos de articulação para a Rio+20

28/6/2011 – Desenvolvimento sustentável é tema de debate entre brasileiros e europeus

28/6/2011 – Brasil e União Europeia debatem clima e economia verde

27/6/2011 – Ministra convoca países-membros da ONU a se engajar na Rio+20

17/6/2011 - Em Brasília, Ban Ki-moon discute Rio+20 com ministra Izabella Teixeira

15/6/2011 - Cooperação técnica alemã (GIZ) promove evento preparatório para a Rio+20

7/6/2011 - Presidenta Dilma cria grupos de trabalho para a Rio+20

Processo seletivo 2012 para o Mestrado do PPGE-UNESP-Rio Claro

45 vagas - Mestrado

Linha de Pesquisa Educação Ambiental:

Dalva Maria Bianchini Bonotto 01

Luiz Marcelo de Carvalho 01

Luciano Fernandes Silva 01

Luiz Carlos Santana 02

Rosa Maria Feiteiro Cavalari 01

Total : 06

Período da inscrição (de 05 a 30/09/2011)

Linha de Pesquisa Educação: políticas, gestão e o sujeito contemporâneo:

Joyce Mary Adam de Paula e Silva 03

Leila Maria Ferreira Salles 02

Áurea Costa 02

Maria Aparecida Segatto Muranaka 02

Raquel Fontes Borghi 02

Regiane Helena Bertagna 02

Total : 13

Linha de Pesquisa Formação de Professores e Trabalho Docente:

Samuel de Souza Neto 03

Flávia Medeiros Sarti 02

Maria Antonia Ramos de Azevedo 02

Maria Cecília de Oliveria Micotti 02

Total : 09

Linha de Pesquisa Linguagem - Experiência - Memória - Formação:

Arlete de Jesus Brito 01

César Donizetti Pereira Leite 02

Maria Rosa Rodrigues Martins de Camargo 02

Maria Augusta H. Wurtmann Ribeiro 01

Márcia Reami Pechula 03

João Pedro Pezzato 02

Marilena A. Jorge Guedes Camargo 03

Laura Noemi Chaluh 03

Total : 17


Maiores Informações:

http://200.145.33.36/index.php?CodigoMenu=386&CodigoOpcao=496


terça-feira, 19 de julho de 2011

SESC SP seleciona EDUCADOR

CAMINO DE LA SAL

CAMINO DE LA SAL
Recuperación de caminos ancestrales, reeditando el ejercicio del diálogo enlos en las nacientes de la Cuenca del Plata en los Andes.El Vivero Experimental El Albardon (equipo de conocimientos ancestralessobre plantas nativas), Ala Plastica y Miembros de la comunidad Kolla, através de sus instituciones representantes, el Consejo Comunitario Aborigen,la Red de Ecoturismo Cultural de los Consejos Indígenas de Jujuy y la Red deEcoturismo Indígena del NOA (Noroeste argentino), el realizaron entre el 13al 21 de abril 2005 la experiencia denominada CAMINO DE LA SAL, unacostumbre ancestral de los habitantes originarios de la puna y de laquebrada de Humahuaca.Los participantes recorrieron a pie la distancia que separa la comunidad deHornaditas en la quebrada de Humahuaca, con la de Santuario Tres Pozos enlas Salinas Grandes, salto- jujeñas, para regresar posteriormente a su puntode partida. Una ruta de aproximadamente 300Km, por quebradas, abras,cuestas, cerros, playas, arenales, ríos, pampas y salinas, entre los 3000 a4000 m.s.n.m.Al recuperar el andar como práctica comunicativa estos actos vitalestransmiten saber social, memoria, y sentido de identidad a través deacciones reiteradas que connotan simultáneamente un proceso, una práctica,un modo de transmisión, una realización y un medio de intervenir en elmundo.Andar los caminos que llevan a las comunidades Kollas a los territoriosancestrales, darle sentido a los jóvenes que ya no conocen el territorio desus antepasados y reeditar el ejercicio del dialogo en los diversoscontactos del camino, son acontecimientos clave para la producción desubjetividad dirigida a preservar la espiritualidad y la vida y también sonherramientas útiles para discutir palmo a palmo las estrategias estatales deplanificación territorial.Ver video: http://dai.ly/rdhhca*******************Ala Plásticawww.alaplastica.org.ar
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